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Do ponto de vista político, o pico e a maior obra da época que corresponde à arquitetura do pós-guerra em Santa Cruz de Tenerife é o Monumento aos Ca dois da Plaza de Espa, inaugurada em 1947. Foi simbolicamente erigida à frente da população, evocando sua imensa cruz no local aproximado em que foi erguida pelos conquistadores, com a qual a contribuição das Canárias à 'Cruzada ' se tornou um sinal de gratidão. Seu arquiteto foi Tom s Machado e M Fernde Fernde de Lugo, designados para esse fim em uma competição nacional. Na fachada simbólica em direção ao porto, do segundo círculo concêntrico, há dois soldados apoiados por espadas cruzadas. A base é uma fonte, na qual um navio transporta La Victoria no barco, com um feixe de espigas direcionadas aos índios. O cenário, obra de Alonso Reyes, exceto os soldados que são de Riojano, é todo basalto. Nas laterais, dois painéis retangulares simbolizam os aborígines, a participação das Canárias na Cruzada e os militares dos três exércitos, artigos de triunfo na Guerra Civil. O grupo da pátria, parteira e Ca, o trabalho de Cejas Zald var, é o ponto de partida da Cruzada. Por fim, essa estética franquista culmina, com uma composição efetiva, uma obra posterior, o monumento a Franco de Juan de Valos, autor das esculturas do Valle de los Ca dos, em uma fonte monumental entre a Avenida Anaga e o final das Ramblas adjacentes ao antigo quartel de Almeida hoje convertido em museu militar. Veja, MANUEL HERN NDEZ GONZ LEZ: Tenerife. Patrimônio Histórico e Cultural, Edit Rueda, Madri, 2002.
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